Gisela Simona defende representação dos consumidores no Congresso Nacional

A especialista em Direito do Consumidor Gisela Simona defendeu na manhã desta sexta-feira (29.07) que o consumidor tenha representação efetiva na Câmara dos Deputados. Servidora do Procon-MT há mais de 10 anos, Gisela entende que com essa representação é possível mudar realidades como preços abusivos dos alimentos, dos combustíveis, monopólio e má prestação de serviços essenciais como energia e internet entre outros.

“Temos que ter representantes dos consumidores no Congresso para brigar por nós, que trabalhamos seis meses do ano para pagar impostos. Hoje nós pagamos babá para cuidar dos filhos por falta de creche, plano de saúde por má gestão do SUS, e isso teria que ser a contrapartida do que suamos tanto no dia a dia para pagar impostos”, observou a servidora durante entrevista à Rádio Difusora de Nortelândia.

Gisela Simona tem um histórico de trabalhar com o direito do consumidor e entende que uma das coisas que mais afeta o cidadão é o preço dos alimentos. “Não conseguimos mais colocar no carrinho de compras o que colocamos no passado porque os preços cada vez mais superam as nossas expectativas”.

A servidora pública também destacou o preço dos combustíveis, que afeta toda a economia do país e atinge diretamente ou indiretamente o cidadão. “Hoje nós estamos sentindo os efeitos dos altos preços dos combustíveis porque falta mudar a política para esses produtos. Enquanto continuar vinculado ao dólar ficaremos sujeitos a mudanças frequentes de preços.  Ela ainda citou o serviço de energia. “O povo está querendo voltar a usar lamparina. Por isso precisamos ter no Congresso Nacional representantes do consumidor, que paga essa conta”.

Ainda durante a entrevista, Gisela Simona destacou a questão do monopólio no setor elétrico. “Nós entendemos que teremos uma conta de energia justa quando houver a concorrência do setor. Quando há concorrência, você tem um produto mais barato com melhor qualidade porque o concorrente tenta fazer esforço para ter a fidelidade do cliente”.

A especialista citou como exemplo a questão das quedas de energia, ainda comuns em Mato Grosso. “Se tivéssemos a concorrência do setor elétrico, diminuiria muito o tempo de espera do consumidor para problemas como este e o cidadão também poderia optar por mudar de fornecedor, e isso com certeza levaria à melhoria na qualidade do serviço prestado”, completou.

Sandra Carvalho

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